Gospel | Pequena Reflexão | Marcos 8,34.

 A “cruz” são todas as nossas obrigações e responsabilidades, as quais, muitas vezes, causam até dores em nossa alma.
“Então chamou a multidão com seus discípulos e disse: ‘Se alguém me quer seguir, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e me siga’”(Marcos 8,34).
Aquilo que o Mestre Jesus está dizendo, após reconhecerem o significado do seu ser Messias, não é um ser triunfante nem glorioso, mas o Messias é o servo sofredor, é aquele que carrega a humanidade nas costas. Jesus não faz mágica para salvar a humanidade, mas abraça a sua humanidade com todas as consequências da vida humana.
Para seguirmos Jesus, precisamos, primeiro, abraçar a nossa humanidade, porque, muitas vezes, queremos ser anjos, achamos que somos seres meramente espirituais e que temos de viver a nossa espiritualidade conversando com os anjos o tempo inteiro.
A nossa humanidade precisa ser divinizada, precisa de comunhão com a vida espiritual que Ele nos trouxe, mas a nossa humanidade precisa também ser assumida na sua plenitude como Cristo a assumiu. Por isso, Ele está dizendo que quem quiser segui-Lo não pode querer se transformar em anjo. Quem quer segui-Lo precisa renunciar a si mesmo, porque renunciar a si mesmo é a exigência mais difícil, pois somos muito apegados a nós, somos apegados as nossas coisas, somos cheios de vontades próprias e movidos pelo nosso egoísmo, pelo nosso individualismo. É muito difícil largarmos as nossas coisas, o nosso mundinho para penetrarmos no mundo de Deus.
O peso do discipulado não significa que seguir Jesus seja pesado. O que é pesado é o que nós carregamos e não queremos abrir mão, queremos viver com as costas cheias de coisas, queremos viver cheios de coisas, por isso está todo mundo reclamando: “Tenho coisas demais para fazer!”. Não conseguimos abrir mão nem das coisas que temos em nosso guarda-roupa, porque somos apegados às roupas que temos, às coisas que fazemos; e não encontramos tempo para estar com o Mestre nem para rezar, porque nos enchemos de obrigações demais. Renunciamos coisas que são até importantes para abraçar o que é essencial, e o essencial o Mestre Jesus direciona para nossa vida. Só pode seguir Jesus quem tem capacidade de fazer renúncias. A vida é exigente, e para abraçar o essencial da vida é preciso renunciar ao superficial. Abrace a sua cruz. A “cruz” são todas as nossas obrigações e responsabilidades, as quais, muitas vezes, causam até dores em nossa alma. Se temos uma enfermidade, precisamos “abraçá-la”. Se temos dificuldade de convivência, não adianta fugirmos para resolver. Se temos filhos que apresentam essa ou aquela dificuldade, este ou aquele desafio; se o casamento se torna algo doloroso, não é a fuga que resolve, mas o abraço à cruz, porque ela nos salva e dela teremos luz para as situações da nossa vida.

Gospel | Pequena Reflexão | Lucas 4,36

  Precisamos conquistar a pureza das crianças, porque Jesus é aquele que expulsa o mal e as impurezas da nossa vida.
“Que palavra é essa? Ele manda nos espíritos impuros, com autoridade e poder, e eles saem” (Lucas 4,36).
Jesus estava na sinagoga e havia um homem possuído por um espírito impuro, que gritava em alta voz: “Quem és tu, Jesus de Nazaré? Vieste aqui para perder-nos”. É muito importante salientar que o espírito maligno é impuro, sujo, e a obra dele é sujar o mundo, torná-lo imundo e impuro, é deixar toda a humanidade suja. Já deu para ver que é horrível uma casa suja, uma cidade suja, um mundo totalmente sujo e impuro, mas pense como é horrível uma alma impura, suja e imunda, e a obra dele é justamente essa. Não fique pensando que possessão é o fato de uma pessoa começar a gritar ou falar palavras desordenadas. É óbvio que existem casos de possessões por todo o mundo, mas a grande possessão do mundo é a impureza.  O maligno não se conforma só com o coração, ele começa pela mente. Uma mente suja tem muitas maldades, ela vê tudo pela ótica do mal. Não é difícil ver quando as pessoas vão conversar, e logo no início da conversa alguém já traz o negativo e o maldoso. O problema é a maldade que já está na cabeça, depois do coração que fala por meio da boca e sai mais coisas maldosas e impuras que estragam a melhor coisa que queremos conversar, pensar ou fazer. A forma de o inimigo agir no mundo em que estamos é para nos tornar pessoas impuras. E de que maneira isso acontece em nós? Somos uma mistura, o bem está em nós, a graça de Deus está em nós, as virtudes estão na nossa vida e no nosso coração, entretanto, deixamos misturar aquilo que é sujo e impuro, e então vem palavras, pensamentos e sentimentos. As coisas estão se misturando dentro de nós, e por isso precisamos da autoridade de Jesus. Jesus tem autoridade e poder sobre os espíritos impuros. Em outras palavras, Jesus tem o poder de nos purificar e de expulsar aquilo que tira de nós o esplendor de sermos à imagem e semelhança do Senhor. Não permitamos que os espíritos impuros dominem nossas casas, nossas famílias, relações familiares, amizades e tudo aquilo que fazemos, pois temos muitas discórdias, acusações, brigas, ciúmes, invejas, e prevalece, no nosso coração, o rancor, o ressentimento e a mágoa, porque isso tira a pureza de Deus em nós. Olhe para uma criança ou pegue um bebê no colo. Neles não há nenhuma impureza, não há nenhum sentimento mal, não há a mistura do mal com o bem, por isso o Reino dos Céus é das crianças, e precisamos conquistar a pureza delas, porque Jesus é aquele que expulsa o mal e as impurezas da nossa vida.

Pequena Reflexão | Mateus 23,25.

Evangelho ( Mateus 23,25 )
Tomemos cuidado com essa hipocrisia de cuidarmos só do externo e não nos dedicarmos à limpeza do nosso interior.                    
“Ai de vós, mestres da Lei e fariseus hipócritas! Vós limpais o copo e o prato por fora, mas, por dentro, estais cheios de roubo e cobiça. Fariseu cego! Limpa primeiro o copo por dentro, para que também por fora fique limpo” (Mateus 23,25). 

Estamos usando a comparação do copo e do prato, porque gostamos de mostrar sempre o externo limpo, temos questão de caprichar em limpar a nossa pele, em limpar o nosso exterior, usar roupas que mostram que estamos sempre bem limpos e cuidados. Tomemos cuidado com essa hipocrisia de cuidarmos só do externo, mas não nos dedicarmos na limpeza do copo por dentro, ou seja, em limparmos a alma, o coração, em lavarmos realmente o nosso interior. Se o exterior tem uma capacidade de se sujar, de contaminar as poeiras e vírus do mundo externo que nós vivemos, imagina o nosso interior, porque as nossas emoções estão sempre fragilizadas; estamos sempre vivendo com essa ou aquela situação e, facilmente, nos ressentimos, magoamos-nos e nos decepcionamos. Facilmente, guardamos as coisas erradas que os olhos captam, que os ouvidos escutam e entram no nosso interior. 
A verdade é que lixos vão se acumulando dentro de nós, coisas velhas e estragadas estão apodrecendo dentro de nós. O grande cuidado da alma é cuidar do nosso interior, é nos dedicarmos, de verdade, em limpar e purificar os sentimentos da alma, dos nossos sentidos interiores, porque o que vem de dentro é aquilo que, de fato, vai edificar. 
A boca fala do que tem no coração, os olhos cobiçam o que por dentro é puxado, por isso é fundamental cuidar do interior, e o trabalho principal do homem religioso é aplicar-se de corpo, alma e mente, com todas as suas forças, nesse doloroso e ardoroso trabalho de sempre limpar o copo por dentro, lavar a alma, o coração e o interior. 

Evangelho | Noções de Comportamento Cristão.

  Graça e paz do Senhor aos amados irmãos em Cristo Jesus, nosso Senhor e único Salvador.  Queridos o que vou escrever hoje não é novo e está baseado na Carta do Apóstolo Paulo no livro de I Corintios 10  versículo 23 que diz: "Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas me convém; todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas edificam".  Ora queridos, uma vez que nascemos em Cristo nos fazemos novas criaturas e tendemos a abandonar costumes e hábitos antigos. Passamos a agir através da consciência cristã e do Espírito Santo de Deus. Devemos, através da nossa mudança, buscar comportamentos condizentes com o Evangelho do Senhor Jesus para não escandalizá-lo, ferirmos a consciência dos nossos irmãos e enfraquecê-los na fé. Em tempos modernos, a internet é de fato uma excelente ferramenta se soubermos utilizá-la, mas pode ser também um instrumento do inimigo se não tomarmos cuidado com nosso comportamento e as publicações nas nossas redes sociais.

Lindo, Lindo, Lindo És | Tempo de Semear.




Hoje, para nosso deleite espiritual, o blog Mesa Farta traz este belíssimo vídeo chamado "Lindo, lindo, lindo" onde o Senhor Jesus é exaltado. Nas vozes Tempo de Semear e que Deus abençoe ricamente cada componente e derrame o óleo da unção nas suas vozes para reforço do seu ministério. Temos também um oportuno aviso á todos os amados em Cristo que nós já temos um programa integralmente cristão que vai ao ar todas as quartas-feira, das 20:00 ás 22:00 horas, horário do Nordeste brasileiro (onde não há horário de verão), através da web rádio Connect Music Box, com a apresentação de Tony Casanova, este que vos escreve agora, mas a honra e a glória são do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. 

Gospel | Pequena Reflexão | Lucas 14,8.

 A humilhação corrige nossa natureza humana. A humilhação é um excelente remédio para nossa natureza humana, corrompida pelo gosto das grandezas.
“Quando fores convidado para uma festa de casamento, não ocupes o primeiro lugar. Pode ser que tenha sido convidado alguém mais importante do que tu” (Lucas 14,8).
A nossa tendência é buscar os primeiros lugares, e o que nos impulsiona é sermos os primeiros naquilo que fazemos: primeiro lugar a ocupar a mesa, o primeiro a chegar nisso e naquilo. É claro que é diferente alguém se esforçar, dar o melhor de si e ser o primeiro naquilo que fez. Não é disso que o Evangelho fala. O Evangelho está falando de quando nos esforçamos e nos dedicamos a ser mais importantes do que os outros, colocarmo-nos na frente dos outros, sentirmo-nos melhores do que eles. O nome desse sentimento é orgulho e soberba. “Eu sou o mais importante!”

Gospel | Pequena Reflexão | Mateus 9,10.

 Enquanto Jesus estava à mesa, na casa de Mateus, vieram muitos cobradores de impostos e pecadores e sentaram-se à mesa com Jesus e seus discípulos” (Mateus 9,10). Hoje, celebramos São Mateus, reconhecemos nele o grande evangelista que escreveu o maior Evangelho que nós temos. Acima de tudo, queremos olhar para ele como o cobrador de impostos convertido, o pecador que deixou o pecado e foi abraçado por Deus. Mateus é o pecador que acolhe Jesus e Seus discípulos em sua casa. Em outras palavras, quando celebramos a festa de São Mateus, entendemos que o coração de Jesus é o refúgio dos pecadores. A casa do Senhor é a casa dos pecadores, e eles têm de encontrar acento e lugar na casa de Deus. Pode ser que muitos de nós...

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