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Literatura | Gospel | Pequena reflexão Lucas 03 :03.



A graça deste domingo do Advento é contemplarmos o papel de João Batista na história da salvação. Quando falamos do papel dele, é, na verdade, para reconhecermos a importância que cada um tem no plano salvífico de Deus.Esse ‘papel’ [de João Batista] não é representação, mas missão, compromisso, responsabilidade de cada um para que o Reino de Deus aconteça e se estabeleça. Se a plenitude da responsabilidade e da salvação de todos cabe a Jesus, Ele conta com operários, com mãos e cabeças, conta com o empenho de homens e mulheres de todos os tempos, de todos o lugares e classes sociais.João Batista foi aquele que preparou os caminhos e a voz de Deus no deserto. Talvez poucas pessoas pudessem se lembrar da voz de João, porque ele não saía pregando em todos os lugares, mas quem ia ao deserto escutava aquela voz. É muito interessante João saber distinguir que ele era apenas a voz, e que a Palavra vinha depois dele. João apenas emprestava a sua voz para que o Verbo, para que a Palavra eterna de Deus saísse e falasse por intermédio dele. É por isso que as palavras de João salvavam e convertiam corações, pois elas transformavam vidas!Não é que João fosse capaz de transformar, curar e renovar alguém, mas, uma vez que se dispôs a ser a voz de Deus, mesmo no deserto a Palavra fazia acontecer.Deixemos de lado palavras vazias, fúteis, ambiciosas e gananciosas, palavras que geram angústias, fofocas e maledicências; deixemos que a Palavra eterna de Deus fale em nós e por meio de nós.Que o Senhor fale em nossa vida, em nossos atos, mas que nós façamos como João: permitamos que Deus fale por meio de nós, e que sejamos a boca d’Ele para o mundo tão carente, tão necessitado de palavras que renovem, curem, transformem e mostrem onde está o caminho da salvação.Deus usou de João, porque este foi dócil, obediente e usou sua voz a serviço do Senhor.Hoje, nós queremos ser a voz de Deus nos desertos da vida, queremos ser a voz d’Ele onde estivermos; para isso precisamos da docilidade divina, a fim de que o Senhor também fale por meio de nós!




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"O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria, não se ensoberbece, não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal; não se regozija com a injustiça, mas se regozija com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. (I Corintios 13: 4-7). Graça e paz do Senhor aos amados irmãos em Cristo em todas as igrejas do mundo que se anunciam pelo seu nome. Amados, um assunto vem me inquietando a muito tempo. O Amor. Porque as pessoas reclamam tanto que não são amadas? Porque tantas pessoas confessam não acreditarem no amor e dizem que ele não existe? Mas afinal, existe ou não amor? Vamos por parte queridos. O amor existe sim, existe e é verdadeiro. O que muitas vezes deixa de existir é a coragem para renunciar a si e amar o outro. Ora meus queridos, a Bíblia diz que o amor não é invejoso, portanto anulamos aquele sentimento que nos leva a desejar um amor exclusivo e possessivo. Percebam …

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“Felizes os olhos que veem o que vós vedes!” (Lucas 10, 23).Jesus está exultando de alegria pelo Pai, louvando e bendizendo, porque não foi aos sábios, aos grandes, poderosos e entendidos que o Pai revelou os segredos do Reino, mas aos humildes de coração, àqueles que dispõe do seu coração qualquer soberba e orgulho, e o abrem para contemplar as manifestações de Deus no meio de nós. Deixe-me dizer ao seu coração: onde está a mão de Deus, que não a vejo? Onde está a graça de Deus quando me toca? Onde estão os prodígios de Deus que as pessoas exultam e eu não consigo ver? Felizes os humildes, os bem-aventurados, aqueles que estão na humildade de coração, porque são esses que contemplam a glória, a ação, a graça de Deus agindo no meio de nós! O problema não é a mão de Deus, que não está agindo, o problema é o nosso coração que não se despiu, não se revestiu de graça e humildade. Se nã…

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“Ora, se vós que sois maus, sabeis dar coisas boas aos vossos filhos, quanto mais o Pai do céu dará o Espírito Santo aos que o pedirem!” (Lucas 11, 130)Jesus, hoje, continua nos ensinando elementos essenciais que não podem faltar em nossa oração. A nossa oração tem de ser a oração de confiança, para dizermos: “Eu sei o que Jesus pode fazer por mim e eu confio n’Ele!”.Quem confia, não desconfia. Quem confia, sabe esperar. Quem confia, sabe que Deus jamais nos abandonará! Mas, pode ser que no fruto da nossa oração não tenhamos conseguido de Deus aquilo que queríamos. Deus é tão bom e tão Pai, que não dá aquilo que queremos, mas o que precisamos! É preciso pedir, é preciso realmente bater à porta e não deixar nunca de fazer. Sabe meus irmãos, muitas vezes não crescemos nas virtudes, deixamos de aprender muitas coisas na vida porque não temos perseverança e insistência. Somos bons para começarmos muitas coisas, somos bons para fazermos muitos propósitos, mas à medida que aparecem dificuld…